O que interessa é que não falhe
Passemos ao lado dos ditos e mexericos que nas últimas semanas têm envolvido o SIRESP, à primeira vista, por razões ainda por explicar na sua totalidade.
O que interessa é que não falhe
Passemos ao lado dos ditos e mexericos que nas últimas semanas têm envolvido o SIRESP, à primeira vista, por razões ainda por explicar na sua totalidade.
O que interessa é que não falhe
Perante a anunciada mudança que vem a caminho para a proteção civil, como prometido, dir-se-á que não valerá agora a pena lembrar o passado nem ir ao baú buscar episódios que possam afetar a mesma mudança. Discordamos totalmente já que o atual estado das coisas, que implicam a mudança cristalina que se anuncia, fica a
O universo da proteção civil em Portugal, como sabemos, ao longo dos tempos, tem sofrido vários tratos de polé, de várias origens, por vários motivos.
Livrem-nos dos possuídos por certezas
O presidente da LBP saudou recentemente a anunciada inclusão de investimento em viaturas, equipamentos e quartéis no programa PTRR (Portugal Transformação, Recuperação e Resiliência). Mas António Nunes, à partida, ressalvou que o investimento saudado, contudo, é insuficiente perante as necessidades.
Os bombeiros, comandos e dirigentes pretendem dar um novo rumo às suas associações e, por isso, a Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) vai levar à Assembleia da República uma proposta legislativa nos termos em que a lei prevê.
O carácter voluntário e humanitário das nossas associações e a sua manutenção tem dado azo, ao longo dos tempos, a interpretações e versões distorcidas da realidade. Haverá, porventura, culpas sobre isso. E o resultado final, invariavelmente, nem sempre é facilitador da boa compreensão do fenómeno. Mas não é por falta de iniciativa das associações em
Dirão uns que é mais uma demonstração do proverbial fatalismo pátrio. Dirão outros, que estão reunidas condições objetivas particularmente arriscadas para uma “época” difícil.
Os contactos da Liga dos Bombeiros Portugueses com o MAI, com o titular e com o secretário de Estado da Proteção Civil, têm-se sucedido de forma dialogante e substantiva.
O transporte de doentes não urgente tem sofrido tratos de polé, pela desconsideração a que foi votado pelo próprio Estado, pelas nuvens que volta e meia pairam sobre ele e pelo desrespeito marcante das estruturas de saúde pelos bombeiros.
Perdem-se no tempo as vezes que a Liga dos Bombeiros Portugueses disse aos governantes que com o mesmo ou até menos é possível fazer mais a bem dos doentes, das associações e das contas das próprias unidades locais de saúde.