Editorial

Que culpa temos nós

Os atrasos nas transferências, em muitos casos escandalosos, o incumprimento do acordado, quer em termos pecuniários como noutros, levam a concluir, como é comum dizer-se, que o Estado não é pessoa de bem, exige, mas é relapso no sentido contrário.

Que culpa temos nós

Como se vai chamar no futuro

Dirão uns que é questão de somenos importância e o que importa é que produza mudanças. Estamos em crer que não é bem assim. Ditam as regras da publicidade que o nome do produto deve, ou tem mesmo de estar, associado à sua função.

Como se vai chamar no futuro

Não é possível adiar

Não é mera impaciência, é pressa, porque se faz tarde, há muito. Não é possível adiar as mudanças no universo dos bombeiros, nomeadamente, em relação à ANEPC. Está em causa muita coisa, questões de fundos identificadas também há muito.

Não é possível adiar

A razão perversa da existência

É comum ouvirmos questionar a confiança que o Estado merece aos cidadãos, nomeadamente quando as tomadas de posição e as decisões em nome dele são expressas pelos seus agentes, não eleitos, numa base suscetível de dúvida sobre a legalidade e a legitimidade democrática para tal.

A razão perversa da existência

O albergue espanhol

Perante a anunciada mudança que vem a caminho para a proteção civil, como prometido, dir-se-á que não valerá agora a pena lembrar o passado nem ir ao baú buscar episódios que possam afetar a mesma mudança. Discordamos totalmente já que o atual estado das coisas, que implicam a mudança cristalina que se anuncia, fica a

O albergue espanhol

Há muitos saudosos do PIDDAC

O presidente da LBP saudou recentemente a anunciada inclusão de investimento em viaturas, equipamentos e quartéis no programa PTRR (Portugal Transformação, Recuperação e Resiliência). Mas António Nunes, à partida, ressalvou que o investimento saudado, contudo, é insuficiente perante as necessidades.

Há muitos saudosos do PIDDAC

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