Dirão uns que é questão de somenos importância e o que importa é que produza mudanças. Estamos em crer que não é bem assim. Ditam as regras da publicidade que o nome do produto deve, ou tem mesmo de estar, associado à sua função.
A expectativa é grande sobre a nova Lei Orgânica da ANEPC, sobre que mudanças trará e que justiça irá fazer relativamente à realidade do setor e às queixas que também se acumularam ao longo do tempo.
Ainda recentemente foi dito que temos a tendência para procurar soluções superficiais sempre que surgem falas no sistema e que, em muitos casos, entende-se que isso se resolve substituindo pessoas ou criando novas entidades. E que, na sequência disso se acaba também por duplicar e triplicar custos sem resolver o essencial.
É uma questão que nos assalta o espírito, em face do que se vai dizendo e, particularmente, perante um discurso coerente e sistemático da Liga dos Bombeiros Portugueses sobre o tema.
Depois de tantas siglas e logotipos que foram surgindo ao longo do tempo, de forma sempre mal explicada, eis que surge e se adensa a exigência de que pelo nome se perceba o que vai lá dentro. Eis a dúvida sobre como se vai chamar no futuro aquele que já foi SNB, SNBPC, ANPC e, até agora, ANEPC.
