Não chega fazer parecer
O Fundo de Proteção Social do Bombeiro (FPSB) foi uma reivindicação e uma conquista da Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) em nome dos Bombeiros de Portugal, esclareça-se desde já.
O Fundo de Proteção Social do Bombeiro (FPSB) foi uma reivindicação e uma conquista da Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) em nome dos Bombeiros de Portugal, esclareça-se desde já.
Chamam-se Bombeiros e podem e devem identificar-se como uma força tranquila, porque resolvidos em termos de competência e convicção e porque serenos e eficazes na sua ação.
A Liga dos Bombeiros Portugueses é a primeira a defender que os Portugueses têm o direito de saber o que o país gasta no combate aos incêndios florestais.
Portugueses têm o direito de saber
É patente uma operação articulada de branquear o que foi dito de ofensivo e disparatado sobre os bombeiros e os municípios por quem já sabemos, por outros articulistas engajados e até responsáveis governamentais.
Um pingo de vergonha é o mínimo que se exige ao presidente da AGIF. Não é vergonha pedir desculpa, mas o contrário é que é motivo de vergonha. O mesmo se poderá dizer do restante órgão colegial da AGIF, cúmplice por demissão e silêncio lamentável.
Os Bombeiros, digamos assim, estavam cá antes de tudo e são filhos do primeiro “casamento”. Depois, seguiram-se outros “casamentos” e ao longo do tempo os Bombeiros foram lidando com vários “padrastos”.
Não é um relatório formal e extenso, mas apenas, como se refere, uma súmula do que se fez, assinalado e documentado.
O vermelho vivo do RAL 3000 cobre a quase totalidade das viaturas dos bombeiros e em certo sentido simboliza também a forma de ser e estar deles.
Viver a realidade com cores fortes
Cada DECIR que se apresenta assiste-se a uma corrida oficial a evidenciar os números, números de “operacionais”, que todos sabemos serem esmagadoramente bombeiros, de viaturas, sem referir a idade média dos próprios, e, por fim, de meios aéreos.
O problema não está só nos números
Alguém com sabedoria lembrou, a esse propósito, o dito “preso por ter cão e preso por não o ter”, razão para que independentemente da valia das iniciativas haja sempre quem goste e desgoste.