O “OMO” lava mais branco
É patente uma operação articulada de branquear o que foi dito de ofensivo e disparatado sobre os bombeiros e os municípios por quem já sabemos, por outros articulistas engajados e até responsáveis governamentais.
É patente uma operação articulada de branquear o que foi dito de ofensivo e disparatado sobre os bombeiros e os municípios por quem já sabemos, por outros articulistas engajados e até responsáveis governamentais.
Um pingo de vergonha é o mínimo que se exige ao presidente da AGIF. Não é vergonha pedir desculpa, mas o contrário é que é motivo de vergonha. O mesmo se poderá dizer do restante órgão colegial da AGIF, cúmplice por demissão e silêncio lamentável.
Os Bombeiros, digamos assim, estavam cá antes de tudo e são filhos do primeiro “casamento”. Depois, seguiram-se outros “casamentos” e ao longo do tempo os Bombeiros foram lidando com vários “padrastos”.
Não é um relatório formal e extenso, mas apenas, como se refere, uma súmula do que se fez, assinalado e documentado.
O vermelho vivo do RAL 3000 cobre a quase totalidade das viaturas dos bombeiros e em certo sentido simboliza também a forma de ser e estar deles.
Viver a realidade com cores fortes
Cada DECIR que se apresenta assiste-se a uma corrida oficial a evidenciar os números, números de “operacionais”, que todos sabemos serem esmagadoramente bombeiros, de viaturas, sem referir a idade média dos próprios, e, por fim, de meios aéreos.
O problema não está só nos números
Alguém com sabedoria lembrou, a esse propósito, o dito “preso por ter cão e preso por não o ter”, razão para que independentemente da valia das iniciativas haja sempre quem goste e desgoste.
O Verão de 2023 vai ficar na história por dois factos importantes. São, a Jornada Mundial da Juventude e a previsão de dois meses com elevadas temperaturas e condições meteorológicas adversas para o combate aos incêndios florestais.
Fala-se muitas vezes daquilo que não se conhece verdadeiramente. E, pior ainda, comenta-se sem conhecimento e agride-se a eito a honorabilidade de pessoas que dão o seu melhor pela causa.
Não há mal em reconhecer o erro