Antes de ser já o era
Quando se comemora o Dia Mundial da Proteção Civil será, assim, da mais elementar justiça lembrar e celebrar quem a criou, precisamente os Bombeiros.
Quando se comemora o Dia Mundial da Proteção Civil será, assim, da mais elementar justiça lembrar e celebrar quem a criou, precisamente os Bombeiros.
O Centro Hospitalar Universitário de Lisboa Central (CHULC) endereçou um mail a um número indeterminado, mas muito numeroso, de associações e corpos de bombeiros, no sentido de apelar para que estes devolvam as roupas utilizadas nas transferências de doentes, caso estejam na sua posse.
O problema das roupas hospitalares
Os Bombeiros sabem sempre corresponder aos desafios que lhes são lançados. Não estando em causa essa questão, porém, ao contrário de outras missões humanitárias do passado, no caso presente, não se conheçam os critérios que presidiram à opção por estes ou aqueles.
“Os Bombeiros, sendo os Soldados da Paz, querem com esta singela homenagem, agradecer e reconhecer publicamente às Forças Armadas o contributo que deram ao longo de décadas, por um lado, para as missões de Paz e Humanitárias que têm vindo a realizar em prol dos cidadãos (…) e por outro os mais diversos apoios prestados em momentos difíceis “, afirmou o presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP).
Bombeiros homenagearam as Forças Armadas
Há muito que a Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) se vem queixando de uma situação que gera confusão pela incongruência da mesma.
Muita gente a mandar, outros a querer fazê-lo, outros distraídos ou cúmplices e, no final, os bombeiros, sempre os bombeiros no seu posto e na sua missão. Onde é que isto vai parar é a questão que se põe caso não entendamos reforçar a nossa representatividade.
Se adotarmos a mesma nomenclatura, em sentido figurado, às relações sociais e até institucionais verificamos que, por maioria de razão, esse método, milagroso para uns, pode acabar por ser desastroso para todos.
Passou, a 8 de janeiro, um ano sobre a posse dos atuais órgãos sociais da Liga dos Bombeiros Portugueses, para o quadriénio 2021/2025.
Um ano de muito trabalho e de múltiplos desafios
A Esperança é a última a morrer e as bombeiras e bombeiros são os primeiros a pensar assim, pese embora as vicissitudes, experiências e percalços vividos todos os dias. Se assim não fosse, muitas portas já teriam fechado e o socorro às populações há muito estaria comprometido.
É comum dizer-se que os bombeiros, os comandos e, em particular, os seus dirigentes são especialistas na gestão do zero, ou seja, da gestão do pouco ou nada para que se possa fazer o melhor.