Editorial

Cada um põe o que quer

Não é um juízo de valor, nem muito menos uma crítica, mas apenas uma constatação, porventura irónica mas verdadeira. Perde-se no tempo a demora que já leva o “novo” Regulamento de Fardamentos dos Bombeiros. É um longo historial de grupos de trabalho, suficientemente alargados a todos para que o resultado fosse consensual. Desde então, a ANEPC/DNB tarda em pô-lo cá fora. Comentário oficioso colhido dá conta de que nem faz falta porque já anda quase tudo de boina. Verdade, ou não, que isso tenha sido pensado e, talvez, dito, certo é que assistimos a um cenário em que, na verdade cada um põe o que quer.

Cada um põe o que quer

Basta de tergiversar os bombeiros

O termo tergiversar pode confundir os leitores mas não é mais do que chamar a atenção para o sucessivo voltar de costas, sucessivos rodeios, sucessivas evasivas quando se trata de falar a sério dos bombeiros, das suas preocupações e sinergias, desde as suas origens, à sua evolução ao longo do tempo e na atualidade.

Basta de tergiversar os bombeiros

Fim da diabolização

Não se pretende aqui exprimir opiniões positivas ou negativas sobre a aplicação do avião Loockheed C130 Hercules no combate aos incêndios florestais. Pretende-se apenas, factualmente e de modo muito pragmático, fazer um apelo à memória e, também, constatar a atualidade.

Fim da diabolização

Uma forma de estar

O exercício da sua missão leva os bombeiros a serem pragmáticos, diretos e incisivos. A prática do socorro e o combate a incêndios obriga-os naturalmente a isso.

Uma forma de estar

Sob o manto diáfano

Na Liga dos Bombeiros Portugueses todos somos eleitos, todos fomos sujeitos ao sufrágio, todos temos passado e presente nos Bombeiros. Essa é a legitimidade e a responsabilidade que nos assiste.

Sob o manto diáfano

Uma pantomima dispensável

As mudanças ditadas por decisões governamentais independentemente da posição ou da opinião que cada um possa ter sobre o seu conteúdo, ou eventuais visados, ditam sempre sorte ou azar para uns ou para outros.

Uma pantomima dispensável

Vanglória ou vergonha

Na entrega das 10 primeiras viaturas de combate a incêndios florestais e outras, de um conjunto de 81, foi evidenciado que há 12 anos que não se fazia uma entrega desta tipologia de veículos de bombeiros.

Vanglória ou vergonha

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