O exercício da sua missão leva os bombeiros a serem pragmáticos, diretos e incisivos. A prática do socorro e o combate a incêndios obriga-os naturalmente a isso. E a defesa desse exercício leva-os a manter a mesma postura perante quem for. Assiste-lhes a razão e a autoridade para isso. Assiste-lhes o direito de lutar para que o serviço que prestam seja melhorado em função de mais formação, mais meios e equipamentos. Para tal, alguém tem que garantir-lhes tudo isso.
Os Bombeiros não nasceram, nem por decreto, nem por geração espontânea. Os Bombeiros nasceram por vontade própria das suas comunidades. E só elas, exclusivamente, poderão pôr-lhes termo. Até lá, seja quem for que atente contra a sua subsistência terá que se haver com muitos. Por isso, os Bombeiros resistem, pese embora os tratos de polé que o Estado e outras entidades lhes tentam infligir.
