Invariavelmente, a resposta cordata, simpática e até afável que temos recebido da parte de alguns Ministérios, nomeadamente, da Administração Interna e da Saúde, é de que “vamos tratar do assunto”.
Aos decisores, incluindo os políticos, pedimos competência, vontade e coragem para efetiva e concludentemente tratarem dos assuntos.
Da Saúde continuamos a aguardar o despacho de obrigatoriedade de adesão ao SGTD de todas as estruturas até ao fim do ano. É matéria porventura complexa, mas que exige tempo para a sua concretização. Pese embora a garantia de que “vamos tratar do assunto” sobressalta-nos naturalmente a sucessão dos dias sem novidades.
Na “rotina” dos encerramentos de urgências, contra a passividade que parece começar a instalar-se em alguns, os bombeiros continuam a reclamar, entre outros aspetos, por sentirem o problema dos dois lados, por um lado, perante os constrangimentos dos hospitais e, por outro, face aos temores dos doentes e utentes perante procedimentos incompreensíveis.
Na Administração Interna há várias questões pendentes, seja os seguros, seja a carreira dos bombeiros, seja o próprio financiamento das associações. Para tudo isto esperamos uma resposta à garantia de que, também, “vamos tratar do assunto”.
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