No mundo dos negócios um qualquer investimento que se faça implica, como é natural, contas despidas de qualquer altruísmo, filantropia, generosidade ou favor. São contas que exigem rigor, assertividade, calculismo, exatidão, até rigidez ou inflexibilidade.
Trata-se obviamente de fazer contas entre previsíveis custos e benefícios que, à partida, deverão permitir analisar e tomar decisões num negócio. Neste caso, apenas procurando acautelar as vantagens para o próprio e para mais ninguém.
Vejamos agora, caso se trate de um investimento nos bombeiros. E apliquemos à sua análise as mesmas regras que se aplicam a um qualquer investimento, simplesmente. E lá estarão também as contas entre previsíveis custos e benefícios.
Se há coisa nos bombeiros que é simples e fácil apurar são as suas contas. Mais que suficientes para também em caso de investimento poder apurar as vantagens ou desvantagens do mesmo.
É que nos bombeiros, pese embora o seu caráter altruísta, filantrópico e solidário, as contas permitem até passar à margem disso tudo e avaliar os resultados de qualquer investimento. É que nos bombeiros, ainda por cima, resultados é coisa que não falta. Por isso, adiar ou recusar apoios aos bombeiros por falta de informação é treta. É só querer.
