“Rebranding” é que faz falta

Muitas associações e corpos de bombeiros têm apostado nos últimos tempos no “rebranding” nas suas viaturas operacionais apostando em melhorar a sua visibilidade e imagem. Os resultados têm sido positivos e assinaladas as mudanças verificadas, mesmo que só e em especial na reabilitação visual das viaturas. Em termos operacionais a maior visibilidade das viaturas no teatro de operações é importante para salvaguardar a integridade física dos bombeiros e das vítimas e também permitir circunscrever e sinalizar melhor a zona.

O conceito de “rebranding” aplicado nas viaturas, contudo, deveria e deverá ter um âmbito e uma incidência maior e global na apresentação e na postura das entidades ou instituições que o entendam aplicar.

O “rebranding” encerra à partida uma enorme importância na decisão e aplicação das mudanças decididas, seja na apresentação, nomeadamente nos símbolos, no próprio marketing, seja institucional ou comercial, nos serviços, produtos ou objetos que promovem e genericamente nas mensagens transmitidas. Salvaguardados alguns aspetos o “rebranding” tem tudo para ajudar as nossas associações, individual ou coletivamente.

Neste último caso, o esforço que a Liga dos Bombeiros Portugueses tem vindo a aplicar nos últimos dois anos na sua forma de estar e agir enquadra-se perfeitamente no “rebranding”. Os termos e as ferramentas comunicacionais utilizadas, a estratégia estudada e aplicada, a própria organização das suas atividades, a gestão de todos os temas e dossiers alusivos aos bombeiros que tem negociado com as mais diferentes entidades e aos mais diferentes, tem tudo a ver com isso.

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