Falámos há dias do mistério do pagamento dos combustíveis às associações pela ANEPC. Falemos hoje de outro mistério, apesar de tudo conhecido de alguns, mas que tarda em resolver-se.
São vários casos de associações vizinhas, com características idênticas, para não dizer iguais, mas que recebem do Estado diferentemente por ano. A diferença entre associações chega a ser o dobro ou o triplo umas das outras.
Ninguém defende que quem recebe mais receba menos, mas que, na verdade, quem recebe menos receba mais.
Nesta questão o subfinanciamento generalizado cala mais fundo criando assimetrias ainda mais gravosas que nunca ninguém explicou nem resolveu.
