Sobre quem vai ganhar

A questão não está em quem vai levar a taça, por si só, mas, na realidade, onde se conseguir chegar na defesa quantitativa e qualitativa das populações. Isso passa pela defesa da operacionalidade dos Bombeiros, dentro de padrões reconhecidos como legítimos, eficientes e eficazes. Inclusive, baseados em raízes históricas e em evidências do passado e do presente.

É assim que se ouviu o Ministro da Administração Interna, na sessão solene do Dia Nacional do Bombeiro, dar um passo sobre o comando nacional operacional de bombeiros. Poderá dizer-se que foi apenas um aflorar da questão, mas, reconheça-se, carregado de simbolismo, por um lado, e por outro, diga-se também, de subtileza.

No final disto tudo, dirão alguns que se poderia ter ido mais longe. Outros, que o patamar alcançado é um bom pronúncio de outros. Em qualquer caso, acontece que a questão em mãos é suficientemente importante, abrangente e sensível para que passo a passo, com a profundidade, mas também celeridade e ponderação, se deva ir avançando. Será um dia, tão breve quanto possível, um processo concluído em conjunto. Já o é da parte dos Bombeiros, com toda a estrutura eleita democraticamente. Questão que o ministro, na mesma intervenção, não deixou também de reconhecer.

Sobre quem vai ganhar no fim deste processo não é difícil concluir. Serão todos!

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