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LBP dá prazo para Governo responder

O Conselho Nacional (CN) da LBP, reunido na Figueira da Foz, aprovou, por unanimidade, uma moção em que dá um “prazo máximo de 15 dias” para que o Governo apresente aos bombeiros de Portugal medidas que se revelem mitigadoras do impacto negativo do aumento dos combustíveis nos orçamentos das associações.

Caso não haja resposta dentro desse prazo, será convocado um CN extraordinário, “para análise, discussão e tomada de medidas excecionais e com impacto público”.

Na mesma moção, o conselho executivo assume o compromisso para, no prazo máximo de 60 dias, apresentar às federações distritais de bombeiros uma nova proposta de acordo de cooperação com o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).

O mesmo órgão fica também mandatado para convocar “uma conferência de imprensa, caso se revele como indispensável, dar nota pública da situação de subfinanciamento”.

A moção remete ainda para as federações a recolha de elementos que atestem “o ponto de situação dos casos mais significativos dos impactos nas tesourarias das associações”.

A proposta apresentada ao CN pelo conselho executivo da LBP propõe à cabeça que se “aprove na generalidade a moção da Federação dos Bombeiros do Distrito do Porto” em que se baseiam as propostas atrás referidas.

Entretanto, o CN voltou a manifestar discordância perante a atitude irrefletida da criação das NUTS III, acompanhou assim as posições anteriormente assumidas por várias federações e pelo conselho executivo da LBP. Essa decisão vai ter impacto negativo na operacionalidade dos corpos de bombeiros.

Também no decorrer deste encontro, o presidente da LBP advertiu que, por circunstâncias diversas, muitas viaturas prometidas pelo Governo e candidatas ao PRR podem nunca chegar aos bombeiros e, caso cheguem, nunca será antes de dois a três anos.

António Nunes lamentou que todo este processo não tenha contemplado o número mínimo de viaturas e que não tenha sido devidamente conversado ou explicado.

O presidente da LBP defendeu que o reequipamento a sério tem de ser retomado e que as associações e federações poderão ajudar a confederação nesse sentido.

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