Para debaixo do tapete
A cena tem-se repetido todos os anos. No calor da tragédia diz-se que agora importa vencer a guerra e só depois fazer balanços.
A cena tem-se repetido todos os anos. No calor da tragédia diz-se que agora importa vencer a guerra e só depois fazer balanços.
Terminado o campeonato nacional de futebol entram em ação outros “opinadores”, uns lamentavelmente sempre escusados e outros credíveis. No entanto, à falta de melhor, as televisões baralham todos no mesmo saco e ora sai bola preta ou bola branca.
Depois da bola vêm os incêndios
No último fim de semana, o vice-presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses, comandante Emanuel Santos, lembrou a urgência da renovação dos meios terrestres dos bombeiros, ou seja, pôs o dedo numa ferida que continua aberta e que, utilizando a mesma linguagem, tarda em sarar.
Mais uma “época” de incêndios florestais para uns, rurais para outros, mas a conversa é sempre a mesma. Grupos de reforço para cima ou para baixo, a logística que continua a assentar na boa vontade (DON2 dixit), as despesas de 22 e 23 ainda por pagar.
A inovação nos Bombeiros, como em tudo na vida, traz sempre consigo mais valor, mais valias que se refletem naturalmente na qualidade e na quantidade dos serviços que prestam.
O processo movido ao comandante Augusto Arnaut de que foi absolvido, mas sujeito ainda a recurso do Ministério Público, continua a ensombrar a história dos trágicos acontecimentos ocorridos há oito anos nos incêndios florestais de Pedrogão Grande.
A evolução tecnológica, ou se quisermos enfatizar, a revolução tecnológica em curso na sociedade atual não deixa indiferente, antes pelo contrário, as nossas associações humanitárias de bombeiros voluntários.
Evolução tecnológica não chega
O subfinanciamento crónico das associações de bombeiros continuará a ser tema de debate da Liga dos Bombeiros Portugueses com os partidos parlamentares e com o novo Governo.
O copo meio cheio ou meio vazio
Alusivo ao período natalício e à habitual troca de prendas, o “Natal a Meias” é uma forma diferente de celebrar com simplicidade esse período e de solidariamente ajudar a satisfazer essa troca.
O segredo está nas coisas simples