O limite da decência
O Ministério das Finanças, diz-se, não tem alma, ou seja, não tem sentimentos e resiste até ao limite para libertar verbas que era suposto há muito as associações de bombeiros terem recebido.
O Ministério das Finanças, diz-se, não tem alma, ou seja, não tem sentimentos e resiste até ao limite para libertar verbas que era suposto há muito as associações de bombeiros terem recebido.
Estamos a chegar ao fim de 2025 e muitas das promessas que fizeram aos bombeiros ainda estão por cumprir. As promessas dos agentes políticos arrastam-se, os movimentos inorgânicos aparecem, os protagonistas do momento aproveitam as oportunidades e no final os nossos bombeiros e associações desesperam. A Liga dos Bombeiros Portugueses não desiste nem desistirá de
Os bombeiros estão cansados das palmadinhas nas costas hipócritas e inconsequentes. Paguem-lhes apenas o que lhes devem para que o Natal não fique a meio.
Em sentido direto, filé mignon diz respeito a um bife do lombo de excelência. Na linguagem figurada que vamos utilizar diz respeito a algo que só alguns parecem ter o privilégio de fazer e de que outros são afastados ou excluídos.
A árvore vale sempre por si própria, por um lado, e vale também para a associação com as restantes num resultado que se deseja e para o qual se trabalha, harmonioso, bonito e útil.
O problema da árvore e da floresta
Episódios passados, presentes, e até futuros, podem tentar macular ou apenas magoar o coletivo e a comunidade local. Faz parte da vida e da história. Mas não haja dúvida de que, em momento algum poderão colocar em causa a missão e o espírito porque existem e para que existem as nossas associações.
Um Governo passado, e todos o saudámos, decidiu atribuir aos bombeiros apoios para propinas e para as creches dos seus filhos. Uma ideia excelente que, porém, ficou a meio.
Tributar o voluntariado é negar o valor ao serviço público, foi dito no 45.º Congresso da LBP, e é pura verdade.
Não fosse o caso de ser uma situação verdadeiramente dramática e com contornos de exaustão seria bem comparada a gestão de uma associação de bombeiros com um verdadeiro espetáculo circense.
A evolução tecnológica criou novas ferramentas que nos vão desafiando e das quais vamos tirando o máximo partido possível para comunicar. Nos bombeiros, todas essas mudanças têm-se refletido na capacidade de irradiar informação.