Editorial

Dá que pensar

Dá que pensar o facto de ouvir às vezes os bombeiros dizer que preferem viaturas antigas às novas para o combate aos incêndios florestais. Dá que pensar tão insólita posição quando, à partida, o novo devia ser privilegiado sobre o antigo.

Dá que pensar

Entre dois fogos

O querer fazer mais e melhor, e o precisar de mais meios e não os ter, é o dilema diário das associações de bombeiros para o qual aguardam agora resposta do Governo. 

Entre dois fogos

Claro e previsível

O acentuado e acelerado desfasamento entre o apoio estatal às associações de bombeiros e a realidade é por demais evidente. O tempo passado, mais de uma década, as meras correções cosméticas feitas ao modelo de apoio e muitas circunstâncias desfavoráveis, nomeadamente, o aumento dos custos com pessoal conduziram ao beco onde hoje nos encontramos.

Claro e previsível

Resgatar os melhores

O Governo anunciou recentemente que prevê apresentar até final do ano a revisão do modelo da Proteção Civil. É de saudar essa intenção que, aliás, corresponde a promessa inserida no programa eleitoral sufragado pelos portugueses.

Resgatar os melhores

Debate não esgota, mas enriquece

O debate anunciado para a Comissão Permanente da Assembleia da República, com a presença inédita de um primeiro-ministro, decorreu após a elaboração destas notas, mas, em qualquer caso, é já um primeiro momento positivo num debate alargado a que todos são chamados sobre o tema dos incêndios florestais.

Debate não esgota, mas enriquece

Tocar na ferida

No último fim de semana, o vice-presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses, comandante Emanuel Santos, lembrou a urgência da renovação dos meios terrestres dos bombeiros, ou seja, pôs o dedo numa ferida que continua aberta e que, utilizando a mesma linguagem, tarda em sarar.

Tocar na ferida

O falatório do costume

Mais uma “época” de incêndios florestais para uns, rurais para outros, mas a conversa é sempre a mesma. Grupos de reforço para cima ou para baixo, a logística que continua a assentar na boa vontade (DON2 dixit), as despesas de 22 e 23 ainda por pagar.

O falatório do costume

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