Não podemos mudar o passado, estamos indissociavelmente ligados e influenciados por ele. Insistir em repetir ou até perpetuar o que não resultou no passado recente ou longínquo só leva ao engano.
Por outro lado, pretender abordar o futuro com base em experiências passadas tem como consequência o impasse, a tentativa de repetir soluções que não foram.
Perpetuar, até quando, não se sabe, a legislação de 2015 para financiamento das associações, que repetidamente já se provou não ter sido a melhor, que há muito podia e devia ter sido revista e, até abolida, face às distorções crescentes que tem vindo a gerar, é mau sinal.
Fala-se agora de contratos programa. Venham então, e depressa.
