Ao longo da história a necessidade de comunicar tornou-se cada vez mais urgente e mais rápida, com defeitos e feitios que a própria história, nós que a fazemos, tem sabido desenvolver.
Comunicar tornou-se também cada vez mais preciso, com riscos diversos, mas igualmente com enormes vantagens e benefícios.
A evolução tecnológica criou novas ferramentas que nos vão desafiando e das quais vamos tirando o máximo partido possível para comunicar.
Nos bombeiros, todas essas mudanças têm-se refletido na capacidade de irradiar informação, com enormes ganhos que nos fazem desejar mais e melhor.
A capacidade de interagir cada vez mais, porventura por falta de formação, também leva a excessos e a, digamos, deselegâncias na forma de comunicar. Mas no processo evolutivo desses meios e de quem os utiliza é lícito esperar que o processo de comunicar se torne cada vez mais um espaço de liberdade de opinião, sem dúvida, mas também onde se evite a violência verbal e escrita com doses de evitável e escusada agressividade. O berro ou o insulto, seja onde ou como for, nunca foram meio ou argumento para o que for.
Tudo isto se passa também no universo dos bombeiros com a certeza de que comunicar é preciso, nomeadamente, replicando e partilhando a informação entre os vários níveis internos desse universo (Liga, Federações, Associações, Comandos, Bombeiros, Associados). Para tal, é necessário que a informação não esbarre ou interrompa em qualquer desses níveis. Importa que flua e é para isso que a Liga trabalha, através das redes, através da Newsletter semanal e, com outra incidência, através de comunicados e circulares.
Tudo isto só resulta se funcionar em cadeia, ou seja, numa lógica de partilha. E não diabolizemos as redes em si, porque são apenas uma ferramenta útil, cabendo aos utilizadores, então, impor-se os limites que o bom senso, a educação, o respeito mútuo e a democracia recomendam.
