A Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) quer ver desfeito o imbróglio das 81 viaturas de combate a incêndios do PRR que se encontram imobilizadas à ordem do MAI. Para a LBP, “está em causa o superior interesse dos bombeiros, das populações que eles servem, do PRR e do Estado”. Trata-se de um processo no qual o anterior Governo se envolveu e que tardará em ser resolvido, face à sua gravidade e complexidade.
Essa foi uma das mensagens que o presidente da LBP levou à Secretaria de Estado da Mobilidade, da qual depende o IMT, a entidade chamada a intervir no licenciamento das viaturas de bombeiros.
António Nunes deixou também bem expressa a necessidade de ver simplificados e acelerados os procedimentos do IMT que chegam a demorar meses. Isso engloba, quer as viaturas de incêndio, quer as ambulâncias, neste caso, incluindo as VDTD e a dificuldade bizarra para conseguir licenciadas as películas escuras nos vidros traseiros dessas viaturas.
Para acelerar o processo de licenciamento o presidente da LBP apontou três caminhos, porventura complementares: mais responsabilidade dos carroçadores, intervenção dos centros de inspeção automóvel e a celeridade processual no próprio IMT.
Imagem | ANEPC

