O exercício tentado esta semana pela ANEPC numa revista de, semanticamente, continuar a confundir comando com coordenação foi, entre outros aspectos, uma asneirenta tentativa de cosmética.
Sob o título “Dentro da Força que Combate os Incêndios” evidencia-se a importância dos “gabinetes”, cujo valor próprio é de considerar, mas para esquecer que quem combate, Bombeiros, UEPS e ICNF, são coisa a não valorizar no texto.
Mais uma deplorável tentativa de confundir os portugueses e de desrespeito monumental por quem está no terreno e verdadeiramente combate os fogos. Bem podem os gabinetes fazer louváveis trabalhos, mas de nada servem se não houver no terreno quem atue.
Aliás teria sido mais interessante, porventura, analisar o desperdício financeiro que estará a constituir a movimentação de grupos e a cadência da sua substituição e que os próprios estranham.
A Proteção Civil tem o seu papel, que se reconhece, mas teima em cavalgar naquilo que não é o seu mister.

