É um lugar comum dizer que a união faz a força, tal a convicção e a certeza generalizada sobre isso. Mas estranhamente ou, melhor, por razões difíceis de aceitar mas fáceis de perceber, há quem decida correr ao lado. Até nas pantomimas carnavalescas, por muito que cada um brilhe, o que vale mais é o conjunto. E quando o assunto é sério, por maioria de razão, o método e a estratégia devem ser as mesmas.
Tão óbvio, tão básico, ainda por cima quando o tema é comum, é sério, é justo, é pragmático e evidente.
Pese embora a eventual divergência de opinião noutras matérias, há questões que só podem unir. Porquê, então, não o fazer.
Só outros motivos alheios ao tema, à importância e à urgência podem obstar à união. Não será assim? Se a união faz a força porquê não o fazer e, ao invés, correr por fora isoladamente?

