A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) decidiu, unilateralmente, não cumprir na íntegra com os contratos de comodato das viaturas de emergência ao não contratualizar seguros e assumindo, ela própria, essa responsabilidade. Enquanto não houver cabal esclarecimento junto da Autoridade Reguladora de Seguros sugere-se que, na defesa dos seus condutores, as viaturas sejam consideradas inop.
Mas, também, publicou um despacho no âmbito da formação contra as Federações de Bombeiros e não pagou as despesas de 2023 relativas a reparações. E por fim, não reforçou as verbas para pagamento das despesas com creches e propinas devidas aos nossos Bombeiros.
Talvez seja melhor para os Bombeiros que em 2024 se faça a autonomia dos Bombeiros da ANEPC.
Por nós chega de tentar aniquilar um setor com mais de 620 anos na defesa das populações.
Que mais pensa a ANEPC fazer para descaraterizar os Bombeiros e as Associações Humanitárias?

