– Quando o telefone toca no quartel de Bombeiros, num qualquer dia ou hora, alguém pergunta a condição económica, social ou outra de quem necessita de apoio ou socorro?
– Os Bombeiros não devem ter direito, operacionalmente, ao seu comando num princípio, para nós basilar, de Bombeiros a comandar Bombeiros, aliás à semelhança das outras forças e entidades de segurança ou de combate a incêndios florestais, num princípio de equidade?
– Os Bombeiros não devem estar presentes por direito próprio, e não como convidados, nos Centros de Coordenação Operacional da ANEPC, quando é da sua responsabilidade atuarem operacionalmente?
– Os Bombeiros Voluntários não devem ter um Estatuto Social do Bombeiro de aplicação universal em Portugal, com claros e efetivamente aplicáveis incentivos ao voluntariado?
– As Associações Humanitárias de Bombeiros não devem ser financeiramente apoiadas pelo Estado, eventualmente através de contratos-programa, para que os Corpos de Bombeiros estejam devidamente equipados com instalações dignas, equipamentos e viaturas, prestando com qualidade e segurança o socorro às suas comunidades?
– Os Bombeiros com contrato de trabalho não devem ter uma carreira e uma estrutura remuneratória progressiva, deixando de não ter um regime laboral justo e indispensável para obviar ao trabalho precário?
– Não deve o Estado fazer cumprir a legislação por si aprovada com reflexos diretos ou indiretos nos Corpos de Bombeiros e nas Entidades Detentoras de Corpos de Bombeiros, dando nota que Portugal tem um Estado de direito democrático e cumpridor?
Imagens: ARTV




