Diz o INE que a relação entre receitas e despesas das associações humanitárias de bombeiros é de 370 para 450 milhões de euros.
Se se tratasse de empresas há muito que, ora teriam fechado a porta, ora viveriam em condições impensáveis de viabilidade nem futuro.
Se o retrato conhecido pode ser esse, certo é que, é a resiliência em muitos domínios e balões de oxigénio fortuitos que vão conseguindo manter o funcionamento das associações e, com particular preocupação, os seus corpos de bombeiros.
Juntamos quatro quadros através dos quais é possível ter um retrato rigoroso e evidente da situação das associações e que, em abono da verdade, dispensam mais palavras.
Para o ano de 2023 a Liga propõe, no mínimo 34,1 milhões de euros para as associações humanitárias de bombeiros.
Para cobrir o aumento dos custos operacionais desde a promulgação da Lei do Financiamento dos Bombeiros (Lei nº94/2015) o orçamento de referência real para 2023 deveria ser de pelo menos 38,6 milhões.
Ao longo dos oito anos de vigência da Lei nº94/2015 a diferença entre o que foi atribuído e deveria ter sido já vai em 21,6 milhões de euros.
Financiamento Lei 94/2015 (2016-2022)

Proposta da LBP para Financiamento 2023

Desvio OE face aumento de custos m€

Investimentos, Gastos e Rendimentos das EDCB
- Estudo INE 2015-2020


