A LBP quer a logística do DECIR com um protocolo “chapéu” que garanta, previamente, critérios de equidade aos bombeiros e às suas associações, o que não aconteceu até agora.
A proposta foi apresentada pelo presidente da LBP, António Nunes, em sede de Comissão Nacional de Proteção Civil que decorreu, esta semana, nas instalações da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), em Carnaxide.
Trata-se de fazer um protocolo entre a LBP e a ANEPC para que a logística do DECIR 2022, combustíveis e alimentação, se baseie em regras, procedimentos e condições que, à partida, e com equidade, garantam as condições necessárias aos bombeiros e às suas associações.
A logística, defende o presidente da LBP, ”finalmente, tem que ter um protocolo de base que estabeleça regras segundo as quais, seja em que região for prestada, garanta as mesmas condições e qualidade aos bombeiros, no caso da alimentação, e às associações, quer nesse domínio como no dos combustíveis”.

