Bloco de Notas

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Rui Rama da Silva

O contador nunca está a zero

Episódios passados, presentes, e até futuros, podem tentar macular ou apenas magoar o coletivo e a comunidade local. Faz parte da vida e da história. Mas não haja dúvida de que, em momento algum poderão colocar em causa a missão e o espírito porque existem e para que existem as nossas associações.
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O coelho da cartola

Um Governo passado, e todos o saudámos, decidiu atribuir aos bombeiros apoios para propinas e para as creches dos seus filhos. Uma ideia excelente que, porém, ficou a meio.
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Castigar o voluntariado

Tributar o voluntariado é negar o valor ao serviço público, foi dito no 45.º Congresso da LBP, e é pura verdade.
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Uma demonstração circense

Não fosse o caso de ser uma situação verdadeiramente dramática e com contornos de exaustão seria bem comparada a gestão de uma associação de bombeiros com um verdadeiro espetáculo circense.
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Comunicar é preciso

A evolução tecnológica criou novas ferramentas que nos vão desafiando e das quais vamos tirando o máximo partido possível para comunicar. Nos bombeiros, todas essas mudanças têm-se refletido na capacidade de irradiar informação.
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Os números cegos que podem matar

Enunciar números, seja qual for a razão, tem sempre um significado especial, seja para anunciar bons resultados, seja para acentuar dificuldades e constrangimentos.
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A ver vamos

Vivemos um momento importante. A despressurização do setor, digamos assim, é fundamental. Por isso, é Importante passar das boas palavras às boas ações. A ver vamos.
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O bom o menos bom e o mau

Para já, a dotação para as associações de bombeiros de 37.084.944,00 euros em 2026, mais 2,2 milhões que em 2025, o maior aumento (6,6%) dos últimos anos, mas longe da proposta bem fundamentada da Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) de 49,38 milhões.
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A impaciência aumenta

A impaciência aumenta e a indignação também. E com isso o nervosismo que se apossa de dirigentes, comandantes e bombeiros por razões comuns.
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Dá que pensar

Dá que pensar o facto de ouvir às vezes os bombeiros dizer que preferem viaturas antigas às novas para o combate aos incêndios florestais. Dá que pensar tão insólita posição quando, à partida, o novo devia ser privilegiado sobre o antigo.
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