Bloco de Notas
Rui Rama da Silva
Tipificar para quê e para quem
Tipificar parece ser uma ideia consensual. No entanto, a sua designação, só por si, carece de mais precisão. O que vai ser, para que vai ser, com quem vai ser, para quem vai ser.
LER MAIS Não estamos todos a falar do mesmo
A sensação que fica é que sobre determinadas matérias não estaremos todos a falar do mesmo pois só assim se percebe, ou não, que se diga e defenda uma coisa e que a cada passo se desdiz.
LER MAIS O futuro já chegou
Na vida atual tudo se precipita e o que era aguardado para depois já cá está. O futuro já chegou e quanto mais tarde acertarmos o passo com ele mais difícil se vai tornar realizar as mudanças.
LER MAIS Voltemos à vaca fria
Estamos a meio de nova “época” de fogos florestais dos 7 % e, a par disso, de todas as outras situações que ocupam os bombeiros a 93%, com todas as vicissitudes associadas e repetidas de outros anos.
LER MAIS Acordar para a realidade
As caraterísticas e as circunstâncias dos fogos que têm assolado o sul da Europa e, inclusive Portugal, indiciam uma escala assumida nos últimos anos, que tudo faz crer ir repetir-se no futuro.
LER MAIS Privatizar o socorro
Permitiu-se a privatização do transporte de doentes em Portugal, alvitra-se, com muita polémica à mistura, a possibilidade da privatização do pré-hospitalar e, vendo bem as coisas, só falta também privatizar o socorro em geral. Disparate, é certo, mas de que se vai falando.
Tudo isto são desmandos, abusos da confiança dos bombeiros e das suas associações e com decisões mal tomadas, de forma leviana, por quem esteve mal no seu papel e consciente ou inconscientemente lesou os bombeiros e os portugueses, em geral.
LER MAIS A janela escancarada dos números
Poder-se-ia dizer que é um assunto pouco falado e exposto com a crueza e o rigor que exige. Ao contrário, a situação deficitária crónica das associações de bombeiros é mais que conhecida, mais que identificada, mais que medida e mais do que prometida corrigir.
Ainda recentemente publicámos nesta Newsletter um quadro bem explicativo do INE em que se retrata essa realidade, crónica e anacrónica. Isso acontece, mais recentemente, pelo menos há mais de uma década. E todas as promessas feitas por sucessivos Governos para a corrigir saíram goradas e o défice não parou de crescer.
LER MAIS O que vem a seguir
Para uns, porventura, estamos num impasse, para outros estamos à beira da mudança que se espera há muito.
LER MAIS Que culpa temos nós
Os atrasos nas transferências, em muitos casos escandalosos, o incumprimento do acordado, quer em termos pecuniários como noutros, levam a concluir, como é comum dizer-se, que o Estado não é pessoa de bem, exige, mas é relapso no sentido contrário.
LER MAIS A indiferença seletiva mata
Entre postas nos píncaros quando dá jeito e esquecidas de seguida, as associações e os seus bombeiros têm trilhado caminhos difíceis, particularmente, nas últimas décadas.
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